Conheça cinco modas de viola que contam a história da FEB

Soldados brasileiros em momento de descontração. (Foto: Segunda Guerra.Org)

1 – Embarcando para a guerra

Mãe do Pracinha: filho argumenta para a mãe porque está indo para a guerra e se despede dela, a quem diz em um dos versos: “se um dia alguém lhe perguntar quantos filhos você tinha, você diga com orgulho: eu tive um que foi Pracinha”. Zico e Zeca com letra de Teddy Vieira.

2 – Voltando da guerra

Vadico e Vidoco em uma continuação da primeira música agora contam do jovem voltando para a casa da mãe como um vitorioso, contando que levou um punhadinho de terra do Brasil e jogou em cima do túmulo dos colegas que lá ficaram. Capacete de aço:

3 – Lembrando da mãe nos últimos momentos

Durante uma batalha, um Pracinha escreve a última carta para a mãe ao ser baleado. Nos últimos momentos ele escreve uma carta para a mãe. Com interpretação de Pedro Bento e Zé da Estrada. Carta do Pracinha:

4 – Pracinha vítima da guerra

Namorado escreve para a namorada e sela com sangue a carta para ela, que se chama Lurdinha. Perdeu as duas pernas e morreu. Bem triste. Na voz da Caim e Abel , “Selo de Sangue”:

5 – Pós-guerra

Pracinha volta para a roça e lembra do tempo em que foi soldado da FEB, em que enfrentou os alemães na Itália. Música “Pracinha”, nas vozes de Zico e Zeca:

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