Reportagem mostra que patrimônio da FEB precisa de cuidados, parte 1

O Exército Brasileiro é detentor de vários objetos e documentos que registram a história do país em conflitos e enfrentamentos nacionais/internacionais, em especial da Segunda Guerra Mundial. Por conta das comemorações de 76 anos de final do conflito, no último dia 8 de maio, algumas fragilidades na conservação e divulgação dessa memória, que é coletiva, pois, o exército pertence ao povo, se tornaram mais evidentes.

A discussão já existia e era mais restrita a grupos de pesquisadores, porém, com a internet, questionamentos sobre a forma como estes patrimônios materiais e imateriais vêm sendo cuidados, têm se tornado cada vez mais comuns por parte de civis e entusiastas. Aproveitando que esta é a Semana Nacional dos Museus, nesta primeira reportagem abordamos os espaços culturais.

O que são estes espaços?

Conforme Norma do Exército, de 2013, são entendidos como espaços culturais “as casas históricas, os memoriais, os monumentos, os museus, os parques históricos, as salas de Exposição, à sala de troféus e os sítios históricos”. Recebemos fotos e denúncias de materiais com problemas de conservação em espaços culturais sob supervisão do Exército. Como por lei cabe às Organizações Militares – OMs zelar pelos itens sob sua guarda, entramos em contato com os quartéis em que estariam ocorrendo os problemas para checar a veracidade das informações.

Capacete com óleo

O capacete em questão

Teria ocorrido no espaço cultural do Regimento Ipiranga, em Caçapava/SP. Como forma de conservar o capacete, óleo teria sido passada no item. Tentamos contato com a assessoria da 2ª Divisão de Exército pelo e-mail comsoc@2de.eb.mil.br e pelos telefones (12) 3652-6057, (12) 3653-2055 e (11) 3888-5751. Não houve retorno para confirmação das informações.

Capacete descascado

Outro equívoco de conservação teria ocorrido no espaço cultural do 11º Batalhão de Infantaria de Montanha. Ali, conforme denúncia, por descuido de alguém, um capacete de um soldado que serviu no 11º Regimento de Infantaria da FEB, que aquartelou ali antes da guerra, teve partes da pintura removida e alteração de cores, uma vez que teria sido usado solvente inadequado nele.

O capacete citado, que é uma relíquia de um morto em combate.

Conforme a assessoria da OM, que recebeu a foto em questão, “parece ser realmente do acervo pertencente ao Museu da FEB em São João del Rei”. “Cabe ressaltar que nenhum processo de ‘higienização’ faz com que os materiais percam suas características originais”. Ou seja, conforme a assessoria, a diferença na pintura original não teria sido fruto na limpeza do capacete por meios incorretos.

Adesivo plástico e réplicas

Já no monumento Nacional aos Mortos na II Guerra Mundial, no Rio de Janeiro, o problema foi que havia uma réplica de qualidade duvidosa e adesivos plásticos em objetos que seriam da Segunda Guerra. Tentamos contato com o Museu pelo e-mail mnm2gm@gmail.com e pelo telefone (21) 2240-1283. Não houve retorno.

Capacete alemão com adesivo falso

O capacete em questão seria o do centro

No Forte Copacabana, também no Rio de Janeiro, um capacete usado por tropas alemãs que combateram a FEB, trazido como troféu de guerra, teria sido repintado e recebido adesivos de decalque plásticos, desconfigurando o item. No Forte Copacabana, a assessoria encaminhou a questão para o setor de Museologia e ficou de enviar um parecer assim que possível. Quando chegar, será posto aqui no texto.

Quem cuida e quem fiscaliza?

Em todos os casos citados, a responsabilidade pelos objetos sob guarda do Exército cabe ao comandante da OM. Pelo menos é o que diz documento de regulamentação criado pela Diretoria do Patrimônio Histórico e Cultural do Exército – DPHCEX, o EB60-IR-10.001.

Mesmo que o comandante da organização militar seja responsável por cuidar do espaço, o artigo 14 do documento citado diz que “cabe à Diretoria de Patrimônio Histórico e Cultural do Exército – DPHCEX orientar/assessorar tecnicamente a criação e o funcionamento dos espaços culturais por intermédio de legislação normativa de visitas técnicas”. Da mesma forma é dever “das regiões militares, supervisionar, pesquisar e controlar o acervo existente, por meio de verificações periódicas das condições de exposição e do estado de conservação do acervo”. Ou seja, a responsabilidade é compartilhada entre a OM, a região Militar e a DPHCEX.

Questionada sobre a responsabilidade da DPHCEX quanto aos cuidados com acervos e assessoria às OMs, a Diretoria informou que “todos os materiais, incluindo os relacionados à FEB, são inseridos em planilhas arquivadas na DPHCEx. Além disso, cada Espaço Cultural possui o seu controle interno. A Diretoria também possui o controle dos materiais dos Espaços Culturais homologados pelo Comando do Exército Brasileiro, espaços estes, hoje em número de 144”.

A assessoria de imprensa da DPHCEX informou também que “a DPHCEX possui uma equipe multidisciplinar a fim de atender as solicitações e demandas relativas aos Espaços Culturais e Projetos Culturais de interesse da Força Terrestre. A DPHCEx realiza periodicamente VOTs (Visitas de Orientação Técnica) aos Espaços Culturais do Exército, a fim de orientar com relação aos procedimentos que devam ser adotados. As VOTs ocorrem de acordo com a disponibilidade e agendamento”.

Já a qualificação dos agentes que atuarão nos espaços técnicos é feita como “ação de padronização e disseminação do conhecimento, desde 2019”, dentro do curso de “Gestor Cultural para os militares que atuam diretamente nos Espaços Culturais e, a partir do ano de 2021, será oferecido o curso de Assessor Cultural, para oficiais superiores dos Comandos Militares de Área e Regiões Militares, a fim de qualificar as equipes que gerenciam os Espaços Culturais homologados pelo Exército Brasileiro”, completou a Diretoria.

Na prática

As OMs em que os problemas teriam se dado, apontadas no começo dos texto, foram questionadas quanto a: quando foi a última qualificação que tiveram da DPHCEX e qual a formação das equipes que atendem o público em geral.

Pequena mostra do acervo do 11° Batalhão de Montanha. O museu já usa réplicas de fardamento. (Foto: DPHCEX)

O 11º Batalhão de Infantaria de Montanha respondeu que “cumpre frisar que a DPHCEx oferece periodicamente o estágio de Gestor Cultural, a fim de capacitar os militares que atuam nos Espaços Culturais”. “O referido estágio, possui carga horária de 220 horas, sendo oferecido anualmente. Nessa senda, a equipe que trabalha no Museu da FEB em São João del Rei é uma equipe multidisciplinar, ambientada em um contexto de preservação do patrimônio histórico”. Em outro trecho da resposta afirmou que “a FEB é um tesouro, daqueles que guardamos em caixas de veludo, ornadas com fios de ouro”.

Conforme nota à imprensa em agosto de 2020, a DPHCEX esteve no ano passado em São João del Rei e havia itens em mal estado. “A comitiva foi recebida pelo Comandante, pelo Gestor Cultural do Museu da FEB e pelo Assessor Jurídico, que apresentaram as necessidades do Museu, bem como, expuseram detalhadamente os itens do acervo em deterioração”, mencionava a nota.

As demais unidades não responderam às perguntas.

Historiador critica

César Campiani é historiador conhecido quando o assunto é FEB. Ele foi um dos que tomaram a frente do movimento que se preocupa com o presente e o futuro dos itens da FEB nos museus do país. Autor de livros como “Irmãos de armas: um pelotão da FEB na II Guerra Mundial”, que escreveu com o Pracinha José Gonçalves; de “Brazilian Expeditionary Force in World War II”, publicado pela famosa Osprey; de “Barbudos, sujos e fatigados: soldados brasileiros na Segunda Guerra Mundial” e  por último de “120 objetos que contam a história do Brasil na Segunda Guerra Mundial”, ele tem sido bastante crítico à gestão de patrimônio no que tange aos pertences brasileiros que vieram da guerra.

“Os militares que servem nestas OMs possuem suas próprias atribuições relacionadas à lida diária das unidades. Não têm formação, nem especialização adequada para a manutenção de acervos e, portanto, deveriam ser meramente os responsáveis pela guarda desses troféus de guerra em suas unidades. Não caberia a eles cuidar da manutenção dessas peças, uma vez que a Força conta com seus próprios meios para tal”, escreveu ele em um post de rede social.

o último livro de César Campiani é justamente sobre objetos da FEB (Foto: Panda Books)

Assim que ele publicou, houve quem se ofendesse, achando que o pesquisador estava atacando o exército. “Vá lá e sugira o que deve ser feito! Adianta ficar no Facebook metendo o pau nas forças armadas?”, escreveu um internauta, sem se dar conta que César já havia tomado tal atitude algumas vezes. “Desculpem, mas é sim meter o pau graciosamente. (…) Uma olhada rápida na legislação vai demonstrar à saciedade que não compete às forças armadas a manutenção histórica e portanto, não dispõem elas de rubricas orçamentárias para tal. (…) Cada vez que um comandante gasta dinheiro cuidando de um capacete, ele precisa capar uma etapa de alimentação de alguém, ou cortar na manutenção de uma viatura de serviço, e assim por diante”, discordou outro.

César também destaca que o cuidado com as peças precisa ser feito adequadamente, com controle do ambiente, não expondo o material à luz solar (principalmente bandeiras) e não pregando as coisas na parede. Quanto a um museu central da FEB, a questão é outra. “Nós sabemos que as OMs têm a importância com os seus acervos, porque elas representam o espírito de corpo da unidade. Agora, o museu central já existe, porque na verdade é o Conde de Linhares ou o Forte Copacabana, que podem ser enriquecidos com algumas peças muito significativas que estão aí em mãos do próprio Exército e às vezes esquecidas em OMs. É uma questão muito mais de organização do que de empenho de verbas e criação de novos espaços. É uma questão de gestão de material”, explica.

Espalhados pelo Brasil

Os 25 mil soldados da FEB eram provenientes de todos os estados da federação e de muitas cidades do país. Ao voltar para casa, trouxeram materiais e souvenires de guerra, inclusive recordações capturadas dos inimigos.

Parte do acervo permanece com familiares, parte em associações de ex-combatentes, outro tanto com colecionadores e mais uma quantidade em museus civis. São artefatos que vieram na carga das próprias unidades da FEB na Itália, além de troféus de guerra que já vieram com o objetivo de compor acervos de museus.

No caso dos espaços de memórias militares, há um caso emblemático de dispersão de patrimônio da FEB, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, em que os combatentes daquele estado doaram acervo e o comando ao longo dos anos no pós-guerra também captou materiais. Havia peças raras, como por exemplo, material alemão capturado da 232ª Divisão Alemã, após a vitória em Monte Castello, em fevereiro de 1945 e emblemas de unidades alemãs pouco comuns, também capturadas em batalha.

Material da 232ª Divisão Alemã, capturado em Monte Castello. Não há relatos de outras peças iguais a esta no país. (Acervo César Campiani)

Em 2016 foi anunciado que o espaço seria fechado e seu prédio cedido para o SESC para aulas de dança, pintura e outras atividades culturais. Porém, ao tentar saber mais sobre o processo de extinção do local de memória, veio uma surpresa: segundo o setor de relações públicas do Comando Militar do Oeste – CMO, oficialmente e legalmente, “as salas de exposição de material da FEB, localizadas em Campo Grande-MS, não tinham a classificação de Museu”. Ou seja, todo o material exposto, segundo o Exército, era uma exposição, não estando, portanto, sujeito às normas da DPHCEX para espaços culturais.

A cedência para o Sesc, teria se dado porque “o local precisava de reforma, realizada graças a uma parceria entre o Comando Militar do Oeste e o SESC-MS. Hoje, no mesmo prédio, funciona o Espaço Cultural Mello e Cárceres, onde há uma sala de exposição que mostra a história do Exército Brasileiro na consolidação da fronteira da região centro-oeste”, conforme o setor de relações públicas.

O setor de relações públicas do CMO também esclareceu que “com a reforma das salas, o acervo da FEB foi realocado para a sala de exposição ‘Marechal José Machado Lopes’, localizada nas instalações do 9º Batalhão de Engenharia de Combate, em Aquidauana-MS”. Uma museóloga e um historiador prestam assessoria ao CMO.

O marco da FEB no canteiro ficou, mas o espaço que abrigava a exposição permanente, está sendo usado pelo SESC. A “exposição” ficava em local privilegiado e de fácil acesso no centro de Campo Grande. (Foto: Google Maps)

O museu de Aquidauana, que fica a 140 km de Campo Grande e que só é acessível por veículos próprios ou por ônibus de linha, em uma viagem de 2h, já tinha acervo da Segunda Guerra, pois, foi a sede do aquartelamento do batalhão de engenharia da FEB. Mesmo assim, receberam material de Campo Grande, que pouco tinha ligação com a arma, já que os sul-mato-grossenses lutaram em praticamente todas as unidades na Campanha da Itália, sendo a maior parte do material, proveniente da Infantaria.

Em busca de informações em Aquidauana, foi constatado que no único telefone disponível para contato no Batalhão, nos dois dias em que foram feitas ligações para o quartel, não havia quem pudesse passar informações simples sobre o espaço cultural, uma vez que soldados atenderam o telefone geral e não sabiam de “ninguém que pudesse passar informações” (sic), mostrando despreparo para atendimento ao público.

Voltando a Campo Grande, também foi pedida a lista de materiais que compunham a exposição mudada para Aquidauana, porém, Comando Militar do Oeste não informou. Por conta disso, as informações acima foram requeridas também via Lei de Acesso à Informação.

O SESC, que tem contrato até este ano para usar o antigo espaço da FEB, também ficou de informar se renovaria o contrato e o valor do mesmo, bem como se peças da FEB tinham ficado no antigo prédio, mas, também não se pronunciou, tendo apenas enviado uma nota em que destacava a importância da parceria para a cultura na capital sul-mato-grossense.

Entre os civis também não está bom

No Pará, os historiadores Lucas Carnevale Machado e Renato Aloizio de Oliveira Gimenes entregaram em 2017, um relatório ao setor cultural da 8ª Região Militar e à Secretaria de Estado de Cultura. Reportavam ali a situação de abandono da sede da Associação de Ex-combatentes do Brasil – AECB, que foi depredada, vandalizada e teve documentos espalhados por bandidos.

Porém, por se tratar de uma instituição particular, com um único ex-combatente vivo, nada pôde ser feito. Procurados pela redação, as instituições não se manifestaram sobre o assunto. Abaixo, a situação encontrada pelos historiadores.

Em 2013, objetos foram roubados do Museu do Expedicionário em Curitiba/PR e nunca foram recuperados. Na época, o Exército não era parceiro da instituição e o local estava sob direção de civis, tocado por ex-combatentes e descendentes, além de pessoas voluntárias da comunidade. Hoje, com a presença do Exército na gestão, que tornará em breve o museu 100% militar, dificilmente alguém conseguiria roubar algo do acervo, pois, há mais segurança, com reformas e melhorias.

Em São Gabriel, os bandidos escolheram as armas, mas, foram pegos e depois soltos.

Em 2015, em São Gabriel/RS, um furto foi anotado no museu da FEB local. Ali é a cidade natal do marechal Mascarenhas de Moraes, que comandou os Pracinhas na Itália. Ladrões levaram armas e objetos. Era questão de honra recuperar os objetos e prender os envolvidos e assim foi feito. Em dois dias o museu, que é municipal, recebeu de volta os itens e suspeitos foram ouvidos e liberados para responder em liberdade por “furto qualificado”.

O mais recente furto de material da FEB foi em dezembro do ano passado, em Caxias do Sul. Ali, até agora os objetos e armas roubadas não foram recuperadas. O museu é municipal.

Nem tudo está perdido

Os quatro casos militares apontados no começo da reportagem podem ser pontos fora da curva (ainda que tenham ocorrido em espaços culturais que deveriam ser referência por terem sido importantes na história da FEB). Isso porque, há bons exemplos de espaços culturais e museus da FEB em quartéis pelo país.

No Comando Militar do Sul, por exemplo, o museu é usado para ensinar as novas gerações sobre o maior conflito armado do século XX e virou até tema de pesquisa acadêmica, em capítulo de livro assinado por Ianko Bett e Kelvin Emmanuel Pereira da Silva. O título é “O tema da Segunda Guerra Mundial no Museu Militar do CMS: da constituição do acervo à educação museal” e faz parte do livro “O Brasil no contexto da Segunda Guerra Mundial”, editado este ano pela Univille. No texto, o museu é apontado como extremamente organizado, com muitos itens originais e bem cuidado.

A pedido da reportagem, o historiador e César Campiani apontou dois outros bons exemplos: o 8º Batalhão de Logística em Porto Alegre (onde os militares não só restauraram um canhão da Segunda Guerra, como o deixaram semelhante ao de fotos de arquivos de veteranos) e o espaço cultural do Regimento Sampaio, no Rio de Janeiro, onde o 1° Regimento de Infantaria da FEB aquartelou.

O Museu do Expedicionário, em Curitiba, se recuperou e vive um bom momento, se preparando para se tornar referência também em pesquisa sobre a FEB, com digitalização de documentos e qualificação de colaboradores. No Rio de Janeiro, a tradicional “Casa da FEB”, também vive dias melhores do que em anos anteriores, quando sofreu até mesmo com ameaça de despejo por parte do Governo do Estado. A entidade possui um dos mais ricos acervos do país, boa parte dele, original, que não deve em nada aos grandes museus internacionais.

Perguntas que ficaram sem resposta

Há uma semana, a DPHCEX foi procurada para se posicionar em relação à outras questões ligadas ao patrimônio da FEB. De um total de 11 perguntas, somente duas foram respondidas. No primeiro contato via telefone, além de confirmar o recebimento do e-mail da redação, a assessoria alegou pouco prazo (três dias) para responder todas as questões. Então, mais quatro dias foram acrescentados, totalizando uma semana para esclarecimento das dúvidas, o que ainda não aconteceu. As nove perguntas sem resposta foram:

1. Como é feito o controle da DPHCEX nos espaços culturais para garantir que os objetos e documentos históricos não sejam desconfigurados quanto à originalidade? De quanto em quanto tempo é feito o controle? Como é constituída a equipe fiscalizadora? São quantos “fiscais” no total?

2. Qual o valor das verbas para manutenção de espaços culturais/museus sob a responsabilidade da DPHCEX no exercício 2021? E quanto foi nos exercícios 2020, 2019, 2018 e 2017?

3. Qual a qualificação exigida para quem quer estar no comando ou fazer parte da equipe gestora de um espaço cultural? Precisa fazer algum curso? Qual? A DPHCEX ajuda nesta qualificação? Como?

4. Quantos museólogos, arqueólogos ou historiadores, a DPHCEX dispõe em seu quadro para atender os espaços culturais cadastrados e regularizados, conforme o site oficial da instituição? De quanto em quanto tempo os profissionais passam por atualizações?

5. A DPHCEX tem um catálogo de itens da II Guerra raros que estão nas OMs brasileiras? Se não tem, por quê?

6. Sabe-se que a DPHCEX também atua na Itália, em ocasiões especiais e datas comemorativas, conforme o noticiário do site institucional da Diretoria. Quantas viagens foram feitas nos últimos cinco anos? Quantas pessoas foram enviadas para representar a DPHCEX? Qual a média diária de recursos públicos empregados per capita nestas missões internacionais da DPHCEX? Quais os cinco principais resultados das viagens dos últimos cinco anos?

7. Existe dentro da DPHCEX a intenção de um museu central da FEB? Se não há, por quê? E, se sim, como seria feito?

8. Na hipótese de criação de um museu central da FEB, a DPHCEX ou o Comando do Exército, teriam autonomia legal para requisitar peças expostas em espaços culturais do Exército? Como funcionaria?

9. A DPHCEX tem conhecimento do motivo pelo qual o Museu da FEB de Campo Grande/MS foi desativado, desmontado e ter tido o acervo desmembrado em unidades do estado?

Quando as respostas chegarem, serão colocadas aqui neste mesmo espaço.

E você? Conhece algum espaço que também é bem cuidado e preservado? Conte para a gente.

TEXTO DA REPORTAGEM: Helton Costa

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