Da FEB ao caminhão: a saga de um pracinha que virou empresário

             Aos 18 anos, Camilo Cola, filho de imigrantes italianos, se alistou na Força Expedicionária Brasileira (FEB). Ele que trabalhava desde cedo como lavrador e também como lavador de carros, viajou para a terra de seus pais para lutar contra as tropas nazistas e fascistas que assombravam o mundo. Atuando pelo Regimento de Infantaria, Cola participou das batalhas de Monte Castelo

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Junta de bois foi “arma secreta” de brasileiros contra canhão nazista na Itália

Na campanha da Itália, nas proximidades do rio Marano, já perto de Monte Castelo, quase que diariamente os alemães mandavam algum tipo de veículo equipado com canhão ou carro de combate (tanque) para atirar contra uma das posições brasileiras. Os Pracinhas procuravam a origem dos tiros, mas, por conta do ângulo em que estava a arma inimiga, não conseguiam responder

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Furtos e roubos na FEB: brasileiros roubaram “tanque”?

Pergunta enviada por leitor da página, questiona se os brasileiros de fato roubaram um carro de combate Sherman, em represália à roubos e furtos por parte de soldados americanos na cozinha brasileira. Segundo a história que circula na Internet, os oficiais brasileiros teriam reclamado dos constantes sumiços de material e um oficial americano, teria respondido que aquilo ali era uma

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Oficial da FEB junta soldados e quase “saqueia” posto de abastecimento americano

A guerra estava chegando ao fim, porém, tropas alemãs tinham “sumido” do radar dos Aliados e os brasileiros as localizaram nas imediações de Collechio e Fornovo. Todos os veículos possíveis foram requisitados para perseguir o inimigo. A Artilharia precisou se movimentar também, para forçar os alemães a se renderem. O posto da 1ª Bateria / IV Grupo de Obuses se

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Itália: prisioneiro tentou fugir e quase teve a garganta cortada

A propaganda alemã contra os soldados brasileiros era ferrenha. No mais alto grau de difamação, diziam que os brasileiros eram canibais, que matavam e comiam seus inimigos. O Comandante de Pelotão da Companhia de Canhões Anticarros do 1o Regimento de Infantaria, Paulo Campos Paiva, conta um relato interessante de como a propaganda parecia fazer efeito com alguns soldados alemães, que

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FEB: patrulha na neve teve facada, metralhadora estragada e briga com granadas

Silas de Aguiar Munguba era um estudante de Medicina quando a guerra começou. Ele estava no Exército e quando foram colocar os homens em Regimentos de Infantaria, ele achou que talvez fosse para uma de saúde. Não foi o que aconteceu. Foi posto como 3o sargento, Comandante de Grupo de Combate da 2a Companhia do I Batalhão do 1o Regimento

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