Arquivos de autor: Jornalismo!

Brasil teve Capitão, filho de Coronel condenado por espionagem a serviço dos nazistas

Filho de Coronel, Capitão do Exército Brasileiro nos meses que antecediam a declaração de guerra contra Alemanha e Itália, piloto de avião, de família financeiramente estável, bem falado nos ciclos cariocas, porém dono de um gênio forte e agressivo. Assim poderia ser descrito Túlio Régis do Nascimento, um dos poucos espiões à serviço dos nazistas condenados no Brasil

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‘Soldados da borracha’ morreram na Região Amazônica durante a 2ª Guerra

A Região Amazônica do Brasil sentiu de perto os impactos da 2ª Guerra Mundial. Cerca de 60 mil pessoas, a maioria de estados nordestinos, foram levadas até lá para trabalhar na extração da seringa. A borracha era enviada aos Estados Unidos e usada nos equipamentos dos Aliados. O exército de retirantes foi convocado pelo Estado brasileiro e reviveu os tempos

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Autoridades brasileiras participavam das festas nazistas no Paraná

  Antes de o Partido Nazista ser legalmente fechado, por meio de decreto do governo Vargas em 1938, as autoridades do governo participavam das festas promovidas pelos representantes do Círculo do Partido Nazista. Nessa época, o governo ainda fazia jogo duplo: mantinha relações com Alemanha e também Estados Unidos. A regra, até então, era não desagradar ninguém. A situação não

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O soldado que acreditava que vale a pena sonhar

  Apolônio de Carvalho é um caso diferente de combatentes. Ele não pertenceu à FEB. Porém, enfrentou nazistas como soldado da Legião Francesa. Ele nasceu em Corumbá em 1912. O pai, Cândido Pinto de Carvalho Junior, também fora militar e participara do processo de Proclamação da República. Os irmãos mais velhos até tentaram participar da 1ª Guerra Mundial ao lado

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II Guerra: o soldado que não foi para o front

Quando fui lançar meu livro sobre o Mato Grosso do Sul na II Guerra Mundial (veja aqui), tomei todo cuidado para convidar todos os meus entrevistados ex-combatentes para aquele dia. Cheguei meia hora mais cedo no local, o anfiteatro da Universidade Federal da Grande Dourados. Eu arrumava o banner com a capa da publicação, quando vieram me chamar dizendo que

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As asas nazistas no Paraná

A vida de Werner Hoffmann fora do Brasil é um livro em branco. Pouco se sabe sobre sua trajetória antes de chegar ao Paraná. Mas em pouco tempo de estadia nos territórios paranaenses, ele já se tornava uma figura emblemática, enérgica, controversa e polêmica, sobretudo nos meios germânicos. Nascido na Alemanha, em 21 de abril de 1909, ele chegou ao

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Clubes depredados, salvo-conduto e correspondências censuradas: a perseguição foi implacável

Durante a 2ª Guerra Mundial, os imigrantes alemães, italianos e japoneses e seus descendentes não poderiam sequer frequentar determinadas regiões de Curitiba, como as proximidades do terminal ferroviário. Todos aqueles que representavam os inimigos na Europa e Ásia passaram a ser inimigos do governo e de parte da sociedade paranaense e brasileira. Para se deslocarem dentro do país era necessário

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Os soldados ucranianos de Hitler, Stálin e Vargas

Se houvesse uma lógica nacionalista para os imigrantes no Brasil, os ucranianos poderiam muito bem ter impedido seus filhos e netos de se alistarem na Força Expedicionária Brasileira – FEB. Isso porque por razões políticas da antiga pátria, historicamente não cultivavam boas relações com os russos (depois soviéticos) e muito menos com os poloneses, duas partes aliadas do Brasil na

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VIDAS VIGIADAS

Enquanto a Segunda Guerra Mundial, de 1939 a 1945, deixava 55 milhões de mortos, os imigrantes estrangeiros habitavam seus próprios bunkers em solo paranaense. Prisões, perseguições, apreensões e censura viraram rotina para familiares que tinham origens alemães, italianas ou japoneses. Especialmente após o Brasil declarar ingresso no conflito em agosto de 1942. Tudo era motivo para virar alvo de investigação

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