Cadê as armas? FEB partiu para a guerra sem conhecer o armamento usado no front

As tropas brasileiras que partiram para a 2ª Guerra Mundial tiveram um imprevisto que poderia ser mortal no front. Todo o treinamento da Força Expedicionária Brasileira (FEB) realizado no Brasil contou praticamente só com armas nacionais. O armamento norte-americano, que foi utilizado na batalha, não chegava ao território brasileiro. No fim, a maioria dos pracinhas só foi conhecer e aprender

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II Guerra: indígenas brasileiros pegaram em armas contra nazistas

Indígenas[1] também lutaram no teatro de operações na 2ª Guerra Mundial. Vários indígenas de diversas etnias foram chamados para o serviço militar, entre elas os Terenas, da região de Aquidauana (Mato Grosso do Sul, cidade de entrada do Pantanal) que foram convocados para incorporar o 9º Batalhão de Engenharia da Força Expedicionária Brasileira (FEB) e ajudar no combate das forças

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73 anos: conquistar Monte Castello era questão de honra e custou muito sangue

Para contar de Monte Castello, é preciso dizer que as proximidades em que se encontravam os brasileiros eram parte do reajuste de dispositivo ocorrido no começo de novembro. O dia 21 de fevereiro foi apenas o coroamento de meses em que os brasileiros ficaram estacionados nas cercanias da montanha, a tendo atacado por outras cinco vezes.  

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Brasil teve Capitão, filho de Coronel condenado por espionagem a serviço dos nazistas

Filho de Coronel, Capitão do Exército Brasileiro nos meses que antecediam a declaração de guerra contra Alemanha e Itália, piloto de avião, de família financeiramente estável, bem falado nos ciclos cariocas, porém dono de um gênio forte e agressivo. Assim poderia ser descrito Túlio Régis do Nascimento, um dos poucos espiões à serviço dos nazistas condenados no Brasil

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‘Soldados da borracha’ morreram na Região Amazônica durante a 2ª Guerra

A Região Amazônica do Brasil sentiu de perto os impactos da 2ª Guerra Mundial. Cerca de 60 mil pessoas, a maioria de estados nordestinos, foram levadas até lá para trabalhar na extração da seringa. A borracha era enviada aos Estados Unidos e usada nos equipamentos dos Aliados. O exército de retirantes foi convocado pelo Estado brasileiro e reviveu os tempos

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Autoridades brasileiras participavam das festas nazistas no Paraná

  Antes de o Partido Nazista ser legalmente fechado, por meio de decreto do governo Vargas em 1938, as autoridades do governo participavam das festas promovidas pelos representantes do Círculo do Partido Nazista. Nessa época, o governo ainda fazia jogo duplo: mantinha relações com Alemanha e também Estados Unidos. A regra, até então, era não desagradar ninguém. A situação não

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O soldado que acreditava que vale a pena sonhar

  Apolônio de Carvalho é um caso diferente de combatentes. Ele não pertenceu à FEB. Porém, enfrentou nazistas como soldado da Legião Francesa. Ele nasceu em Corumbá em 1912. O pai, Cândido Pinto de Carvalho Junior, também fora militar e participara do processo de Proclamação da República. Os irmãos mais velhos até tentaram participar da 1ª Guerra Mundial ao lado

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